Inovação como estratégia de expansão

16/12/2013 15:18


                                      

Tive a oportunidade de ler um artigo na Revista Exame – Edição 1055 – Ano 47 de 11/12/2013, onde é relatado o fator da multiplicação de receitas de grandes empresas, por meio de fornecimento de sua marca às outras empresas para a fabricação de produtos que não tem nada haver com o seu negócio.

A Ford, por exemplo, fechou um acordo com uma empresa brasileira para estampar a sua marca em eletrodomésticos como: batedeiras e fornos elétricos que serão vendidos em mais de 30 países.

Outro caso emblemático é o da Mormaii, cujo produto principal é direcionado aos surfistas, estampará a sua marca em violões e tablets.

A Unilever fechou um acordo com a Grendene para lançar uma versão da sandália melissa com a marca Magnum com uma característica muito interessante que é o “cheiro de chocolate”.

Às vezes nos enganamos que a inovação está ligada somente às questões tecnológicas, sendo que na verdade pode estar ligada na forma de executar uma atividade ou atribuição de novas características de um produto ou serviço existente, bem como a concessão de uma marca para estampar em produtos que não é o “core business” da empresa que foi mencionado neste artigo.

No âmbito da empresa, a inovação se apresenta como resultado de ação criadora, implementação com sucesso de uma ideia criativa, fazendo alcançar o resultado desejado – aumentar o lucro ou melhorar o serviço. (SANMARTIN, 2011).

Em qualquer segmento podemos ser inovadores e acredito que os profissionais mais valorizados serão que os terão a capacidade de enxergar as oportunidades e implementá-las, propondo novos modelos que permitirão resultados consistentes e crescentes no âmbito organizacional.

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