Criatividade: A construção para uma consciência inovadora

25/11/2013 18:14

A palavra “Criatividade” é mencionada de forma muito relevante em vários segmentos, não só no contexto organizacional, mas educacional e social.

É muito comum em nosso cotidiano nos defrontarmos com situações adversas que nos colocam como protagonistas para a resolução de problemas que por sua vez, não temos a mínima ideia por onde começar.

A partir daí, é que entra em cena a “Criatividade”. Então, o que é “Criatividade”? Qual a sua origem? Como devemos exercitar a nossa “Criatividade” algo tão exigido em nosso meio?

Existe uma série de definições de autores renomados sobre Criatividade, porém me simpatizo com a de S. DE LA TORRE (2005:13): “Criatividade é a decisão de fazer algo pessoal e valioso para a satisfação própria e benefício dos demais”.

A palavra “Criatividade” deriva do latim “creare”, que significa fazer e do grego “krainer”, significando preencher, representando o fazer para preenchimento de algum tipo de lacuna existencial.

O exercício da criatividade deve ser realizado por cada um de nós, que consiste na avaliação dos problemas sob uma ótica jamais imaginada e pensada, gerando estímulos catalisadores para a concepção da solução de problemas.

Desta forma SANMARTIN (2012:61) cita que “enfim para ser criativo é necessário desaprender tudo o que está armazenado em nosso ‘porão‘ de verdades definitivas e passar olhar as coisas ao nosso redor com os óculos de uma criança que está sempre perguntando o porquê de tudo. Aprender a desaprender também consiste em rever, questionar, aceitar, atualizar, descobrir novos valores, crenças, paradigmas, preconceitos e percepções”.

A falta de criatividade e inovação trazem sérios impactos tanto para as pessoas quanto para as organizações, mesmo que a sua relevância nos diferentes contextos seja em menor escala, portanto, MONTEIRO JR (2011:68) afirma que “uma pessoa pouco criativa ou exageradamente avessa a risco pode ter mais dificuldade para atingir suas metas ou demorar mais para solucionar seus problemas. Mas nada impede que ela leve uma vida normal e se sinta realizada. O mesmo não pode ser dito de uma organização. A empresa que não inova mais cedo ou mais tarde sentirá as consequências disso, podendo até deixar de existir. Em outras palavras, a inovação para uma empresa não é uma questão de fazer as coisas de um jeito melhor. É uma questão de sobrevivência”.

Segundo Rosenfeld & Servo (1984) a criatividade se refere a gerar novas ideias, enquanto a inovação se resume a aplicação ou ao exercício de se colocar em prática uma ideia com o objetivo de aumentar os lucros ou melhorar os serviços.

Desde que iniciei os meus estudos sobre o tema, tenho escutado várias pessoas dizerem que não são criativas, porém reforço que todas são. A prática comum é a não utilização da “Criatividade”, talvez por questões de condicionamento de nosso sistema educacional que não nos fornece ensinamentos e ferramentas para a geração de estímulos para colocá-la em prática.

De qualquer forma, em vários contextos a “Criatividade” tem sido cobrada principalmente nas organizações para a resolução de problemas que muitas vezes se transformam em algo inovador, pois, sem a “Criatividade” não há “Inovação”.

Só construiremos os pilares que permitirão a sustentação de nosso ser, a partir do momento em que assumirmos o compromisso com a “Criatividade” para contar com elementos ideativos originais ou inovadores.

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