Com Inovação dá para ser campeão?

16/12/2013 15:20

                                                                    

Os clubes no futebol brasileiro ao longo dos últimos anos inflacionaram consideravelmente os salários de técnicos e jogadores, com cifras até então imaginadas para os padrões de nosso futebol.

Isso permitiu retorno de grandes craques aos gramados brasileiros que jogavam no exterior principalmente em equipes europeias, por meio de uma engenharia financeira promovida pelos clubes e investidores do segmento futebolístico.

Apesar de grandes nomes, muitos clubes não obtiveram o resultado dentro de campo na forma de conquistas, causando frustrações à torcida e dirigentes, criando um verdadeiro “buraco financeiro” nos caixas dos clubes.

Se a maioria das empresas privadas trabalha com o conceito de “meritocracia”, qual o motivo de não utilizá-lo no futebol?

Por que não estabelecer uma remuneração fixa padrão e variável pelo atingimento de metas? Conquistas de Títulos, Artilheiro, Menor quantidade de cartões amarelos e vermelhos, menor quantidade de gols sofridos e maior quantidade de gols feitos, etc...

Admiro a Sociedade Esportiva Palmeiras que iniciou recentemente um processo de “inovação para ser campeão”, mesmo que isso resulte em um longo percurso para atingir os objetivos desejados, servindo de exemplo para que outros clubes brasileiros possam promover mudanças mais conectadas com um “processo de meritocracia” e com alto poder de mensuração, levando em consideração o desempenho atual do jogador e não o passado, até porque “Quem vive de passado é museu”.

 

 

 

 

 

 

 

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