A Criação em Grupo

15/06/2014 13:15

Segundo Tschismmel (2009), a criação em grupo permite a interação entre todos os elementos do grupo, logo uma produção de ideias em maior escala. Com as experiências e propostas geradas, o grupo constrói uma memória coletiva a partir do que vivenciam juntos. O grupo dispõe de grandes probabilidades de mais depressa ir de encontro a solução procurada, pois institui-se uma dinâmica de trabalho diferente, pela partilha de mais experiências e mais conversas à volta do assunto a resolver. Pode haver a distribuição de papéis, que resulta numa dinâmica de trabalho mais rápida e analítica. Implica a cedência ou alteração das ideias individuais, sendo todos a responsabilidade do sucesso ou insucesso da criação. Também será mais fácil o grupo distanciar-se do trabalho que está a ser realizado para a observação e discussão de várias perspectivas que se procuraram para o problema. Em grupo verifica-se a maior patilha de vários tipos de conhecimentos e uma maior facilidade na análise das questões pela maior distância das mesmas para análise.

Nas diversas possibilidades de estruturação do processo criativo, que depende do problema que se pretende resolver e dos estados emocionais dos participantes do processo, Tschismmel (2009) mostra vários modelos para o processo criativo que decorrem do modelo de Wallas (1926) e do Creative Solve Problem, especifica-se o modelo em seis etapas que explora a desordem, a procura de informação, a definição do problema, a produção de muitas ideias, a planificação da ação, a implementação, ou seja, a aceitação.

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